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Vivemos cheios de planos e vontades, sem tempo para olhar em volta. Colocamos nossos problemas pessoais à frente de tudo e nos entretemos com nossas próprias dificuldades, como se apenas elas fossem as mais importantes. Nos lembramos tanto de nós mesmos, que esquecemos de todo o resto. Então, acontecem fenômenos naturais, que nos lembram do risco de transitoriedade que corre toda a vida no planeta: tsunamis e terremotos, furacões e vendavais, enchentes e incêndios que devastam a terra e destroem a vida, causando milhares de vítimas. É como se esses acidentes ocorressem para chamar a atenção do homem para que se descentralize e perceba que sua vida não é o mais importante, e nem ele o centro da sabedoria e da força.
Oro para que os acidentes naturais, que ceifam tantas vidas e causam tanta dor, consigam levar as pessoas a perceberem sua fragilidade, e a pouca importância de seus problemas pessoais. Dessa consciência só pode brotar um ser mais humilde e mais consciente de sua situação humana.
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