O Dia dos Pais tem origem na antiga Babilônia, há mais de 4 mil anos.
Um jovem chamado Elmesu, moldou e escupiu em argila o primeiro cartão.
Desejava sorte, saúde e longa vida a seu pai.
Em 1909, Sonora Louise Dodd, filha do veterano da Guerra Civil, John Bruce Dodd, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais.
Sonora queria um dia especial em homenagem ao pai, que viu sua mulher morrer dando a luz ao sexto filho, criou a todos sem nenhuma ajuda e superando todas as dificuldades, sendo sempre destemido e amável.
Como seu pai nascera em junho, ela escolheu celebrar o primeiro Dia dos Pais em Spokane, Washington, no dia 19 de junho de 1910.
Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a idéia de um Dia dos Pais e em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de Junho como o Dia dos Pais.
Cada nação tem suas tradições para comemorar o Dia dos Pais.
No Brasil esta comemoração foi importada pelo publicitário Sylvio Bhering e instituido o dia 14 de agosto de 1953, o qual coincidiu com o Dia de São Joaquim, patriarca da família. Porém foi mudada mais tarde para o segundo domingo do mês de agosto.
Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os pais alemães comemoram seu dia na mesma data que Jesus Cristo ressuscitou.
Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique.
Na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.
Na Austrália a data é comemorada no segundo domingo de setembro.
E a comemoração é igual ao do Brasil, com direito a muita publicidade.
No Canadá é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares. Costuma ser uma data mais comercial.
Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Comemora-se o Dia dos Pais em 21 de junho.
No Paraguai a data é comemorada no segundo domingo de junho.
As festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.
No Peru o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho.
Não é uma data muito especial para eles.
Em Portugal a data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante.
Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração.
No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade.
Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil.
É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.
Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais.
Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, a chamada data "o dia do defensor da pátria" (Den Zaschitnika Otetchestva).
E na África do Sul a comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional.
PARABÉNS AOS PAIS. MUITA RESPONSABILIDADE,
AMOR E BENÇÃOS NA VIDA DE TODOS.
quarta-feira, agosto 04, 2010
terça-feira, agosto 03, 2010
O QUE É SER LIVRE?

Sinceramente? Acho que é ter coragem.
Pois ela envolve riscos, renúncias, necessidades...
Um exemplo? Ser livre é ter coragem de entrar no quintal do vizinho e dasafiar o seu cão. Mas é também sair de lá mordido, ir a farmácia, fazer curativo,
suportar a dor, pagar a despesa e voltar quietinho para casa.
E sem responsabilizar ninguém, apenas VOCÊ...e a sua liberdade.
Ser livre é fazer as próprias escolhas e encarar consequências.
domingo, agosto 01, 2010
ACREDITE
Acredite nas pessoas.
Naquelas que possuem algo mais.
Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras divindades.
Aquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes.
Aquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras ou tecendo elogios.
Que pedem desculpas com a simplicidade de uma criança.
Pessoas firmes, verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas...
Que com um sorriso, um beijo, um abraço, uma palavra te faz feliz.
Aquelas que erram, acertam. E não tem vergonha de dizer não sei.
Aquelas que sonham... Aquelas amigas... Aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades, fazendo a diferença.
Nosso medo mais profundo não é que sejamos inadequados.
Nosso medo mais profundo é que sejamos poderosos demais.
É nossa sabedoria, não nossa ignorância, o que mais nos apavora.
Perguntamo-nos: 'Quem sou eu para ser brilhante, belo, talentoso, fabuloso?
Na verdade, por que você não seria? Você é um filho de Deus.
Seu medo não serve ao mundo.
Não há nada de iluminado em se diminuir para que outras pessoas não se sintam inseguras perto de você.
Nascemos para expressar a glória de Deus que há em nós.
Ela não está em apenas alguns de nós; está em todas as pessoas.
E quando deixamos que essa nossa luz brilhe, inconscientemente,
permitimos que outras pessoas façam o mesmo.
Quando nos libertamos de nosso medo, nossa presença automaticamente liberta as outras pessoas.
Nelson Mandela
Naquelas que possuem algo mais.
Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras divindades.
Aquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes.
Aquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras ou tecendo elogios.
Que pedem desculpas com a simplicidade de uma criança.
Pessoas firmes, verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas...
Que com um sorriso, um beijo, um abraço, uma palavra te faz feliz.
Aquelas que erram, acertam. E não tem vergonha de dizer não sei.
Aquelas que sonham... Aquelas amigas... Aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades, fazendo a diferença.
Nosso medo mais profundo não é que sejamos inadequados.
Nosso medo mais profundo é que sejamos poderosos demais.
É nossa sabedoria, não nossa ignorância, o que mais nos apavora.
Perguntamo-nos: 'Quem sou eu para ser brilhante, belo, talentoso, fabuloso?
Na verdade, por que você não seria? Você é um filho de Deus.
Seu medo não serve ao mundo.
Não há nada de iluminado em se diminuir para que outras pessoas não se sintam inseguras perto de você.
Nascemos para expressar a glória de Deus que há em nós.
Ela não está em apenas alguns de nós; está em todas as pessoas.
E quando deixamos que essa nossa luz brilhe, inconscientemente,
permitimos que outras pessoas façam o mesmo.
Quando nos libertamos de nosso medo, nossa presença automaticamente liberta as outras pessoas.
Nelson Mandela
LEIA O TEXTO ABAIXO E DEPOIS LEIA DE BAIXO PARA CIMA
Não te amo mais.
Estarei mentindo dizendo que
ainda te quero como sempre quis.
Tenho certeza que
Nada foi em vão.
Sinto dentro de mim que
você não significa nada.
Não poderia dizer jamais que
alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais.
Clarice Lispector
AGORA LEIA DE BAIXO PARA CIMA.
LEGAL, NÉ? RECEBI, GOSTEI E COMPARTILHO.
Estarei mentindo dizendo que
ainda te quero como sempre quis.
Tenho certeza que
Nada foi em vão.
Sinto dentro de mim que
você não significa nada.
Não poderia dizer jamais que
alimento um grande amor.
Sinto cada vez mais que
já te esqueci!
E jamais usarei a frase
EU TE AMO!
Sinto, mas tenho que dizer a verdade
É tarde demais.
Clarice Lispector
AGORA LEIA DE BAIXO PARA CIMA.
LEGAL, NÉ? RECEBI, GOSTEI E COMPARTILHO.
CUIDADO COM OS JULGAMENTOS
Muitas vezes, principalmente ao ouvir algum palestrante citar este ou aquele modelo de vida, esta ou aquela pessoa, recriminar um ser humano pelas suas atitudes, me pego julgando o (a) palestrante.
Não acho isso correto e busco eliminar, como também não acho correto uma pessoa, ao ter oportunidade de fazer uso da fala em público, citar exemplos negativos, dar indiretas ou recriminar outro ser humano.
Citar que aquela pessoa é errada porque tomou este caminho, que aquele grupo de pessoas é errado porque não fez o que era esperado, que a outra pessoa é isto ou aquilo, que fez isso ou aquilo, mesmo sem citar nomes, é simplesmente um absurdo.
Cada ser tem direito as suas escolhas e a cada um é dado o direito de ir e vir, de ser, estar, agir, como se sentir melhor, como bem entender. Isso é o que chamamos de liberdade e também de livre arbítrio.
Lógico que conforme os atos é necessário aguentar as consequências, mas até isso é opção da pessoa e não cabe a um outro ser recriminar, apontar e principalmente julgar.
Acredito sinceramente que "se" a atitude do outro não é a que considero adequada, devo apenas me calar, afinal o mal não merece comentários em tempo algum e em uma fala pública, quando percebo um erro ( geralmente nem é ) sendo apontado através de outro, tenho certeza que cada um irá tirar suas próprias conclusões, mas sinto uma imensa vontade de mandar o (a) palestrante calar a boca porque ele (a) não tem o direito de julgar os outros, citar exemplos, se colocar em cima de um pedestal (que geralmente não existe) e me percebo capaz de fazer um raio x no seu coração.
Como julgar um ser humano porque ele não segue o mesmo caminho? Porque discorda de determinada postura diante da vida? Inúmeras pessoas não se limitam a mundos pequenos, fechados e se permitem vôos mais altos. Como recriminar quem gosta de festas ou não as suporta; de sorrir ou de ser sério; de ir e vir onde julgar bom e conveniente; de ser sincero e falar o que sente e pensa ou permanecer calado; de optar por este ou aquele modo de vida e ai se inclui ser solteiro, separado, casado, vestir jeans ou social, tomar cerveja ou uísque ou não gostar de bebida alcoólica, gostar da noite ou do dia, da chuva ou do sol, de ter a opção sexual que bem entender?
Como alguém pode se julgar o certo (a) e com pleno direito de julgar aos outros?
E como se julgar capaz de ler as intenções e os sentimentos já no primeiro olhar lançado sobre o outro?
A verdade é que não sabemos o que levou aquele ser humano a ser de determinada maneira, a tomar determinada atitude e geralmente nem tentamos saber e agimos como se nunca errássemos, mentíssemos, falhássemos com os outros.
Portamo-nos como juízes da integridade, sentados no trono do nosso egoísmo, portando o cajado de nossas perfeições e podendo, assim, emitir julgamentos precisos sobre todos e qualquer um.
Quantas vezes julgamos de forma precipitada e erramos?
Não é a aparência de uma pessoa e nem a sua suposta forma de vida o espelho da sua imagem e precisamos ter mais cuidado ao julgar.
Se faço uso da palavra em público, "devo me basear em estudos", sejam eles de que assunto forem, (bíblicos, históricos, sociais, culturais, econômicos...) devo me basear em fatos verídicos que sirvam de base, ensinamentos, mudança e construção, evitando a promoção pessoal, evitando elogios pessoais e/ou indiretas ao próximo.
Certa vez, conversando sobre isso com um grande homem “que me ensinou onde está o amor”, ele me disse que Deus não nos deu a capacidade de medir as pessoas porque somente "Ele" possui juízo isento para isso e essa é uma grande verdade.
Todo julgamento humano está manchado pelas incoerências humanas. Isso não nos desculpa ou libera para julgar e após dizer, sou humano, errei, mas ensina que nunca, seja na igreja, no trabalho, na rua, no meio social, seja lá onde for, nenhum de nós tem o direito de apontar os erros do outro porque somos todos errados, porque todos nós, absolutamente todos, erramos o tempo todo. Podemos procurar modificar isso, mas erramos sim e apontar um ser humano, mesmo que seja através de indiretas, é no mínimo desumano e todo ato desumano precisa ser revisto, repensado e modificado.
É preciso que o ser humano, “este bicho super complicado”, perceba que ao estender a mão e apontar um dedo para o outro, quatro dedos estão apontados em sua própria direção.
Não acho isso correto e busco eliminar, como também não acho correto uma pessoa, ao ter oportunidade de fazer uso da fala em público, citar exemplos negativos, dar indiretas ou recriminar outro ser humano.
Citar que aquela pessoa é errada porque tomou este caminho, que aquele grupo de pessoas é errado porque não fez o que era esperado, que a outra pessoa é isto ou aquilo, que fez isso ou aquilo, mesmo sem citar nomes, é simplesmente um absurdo.
Cada ser tem direito as suas escolhas e a cada um é dado o direito de ir e vir, de ser, estar, agir, como se sentir melhor, como bem entender. Isso é o que chamamos de liberdade e também de livre arbítrio.
Lógico que conforme os atos é necessário aguentar as consequências, mas até isso é opção da pessoa e não cabe a um outro ser recriminar, apontar e principalmente julgar.
Acredito sinceramente que "se" a atitude do outro não é a que considero adequada, devo apenas me calar, afinal o mal não merece comentários em tempo algum e em uma fala pública, quando percebo um erro ( geralmente nem é ) sendo apontado através de outro, tenho certeza que cada um irá tirar suas próprias conclusões, mas sinto uma imensa vontade de mandar o (a) palestrante calar a boca porque ele (a) não tem o direito de julgar os outros, citar exemplos, se colocar em cima de um pedestal (que geralmente não existe) e me percebo capaz de fazer um raio x no seu coração.
Como julgar um ser humano porque ele não segue o mesmo caminho? Porque discorda de determinada postura diante da vida? Inúmeras pessoas não se limitam a mundos pequenos, fechados e se permitem vôos mais altos. Como recriminar quem gosta de festas ou não as suporta; de sorrir ou de ser sério; de ir e vir onde julgar bom e conveniente; de ser sincero e falar o que sente e pensa ou permanecer calado; de optar por este ou aquele modo de vida e ai se inclui ser solteiro, separado, casado, vestir jeans ou social, tomar cerveja ou uísque ou não gostar de bebida alcoólica, gostar da noite ou do dia, da chuva ou do sol, de ter a opção sexual que bem entender?
Como alguém pode se julgar o certo (a) e com pleno direito de julgar aos outros?
E como se julgar capaz de ler as intenções e os sentimentos já no primeiro olhar lançado sobre o outro?
A verdade é que não sabemos o que levou aquele ser humano a ser de determinada maneira, a tomar determinada atitude e geralmente nem tentamos saber e agimos como se nunca errássemos, mentíssemos, falhássemos com os outros.
Portamo-nos como juízes da integridade, sentados no trono do nosso egoísmo, portando o cajado de nossas perfeições e podendo, assim, emitir julgamentos precisos sobre todos e qualquer um.
Quantas vezes julgamos de forma precipitada e erramos?
Não é a aparência de uma pessoa e nem a sua suposta forma de vida o espelho da sua imagem e precisamos ter mais cuidado ao julgar.
Se faço uso da palavra em público, "devo me basear em estudos", sejam eles de que assunto forem, (bíblicos, históricos, sociais, culturais, econômicos...) devo me basear em fatos verídicos que sirvam de base, ensinamentos, mudança e construção, evitando a promoção pessoal, evitando elogios pessoais e/ou indiretas ao próximo.
Certa vez, conversando sobre isso com um grande homem “que me ensinou onde está o amor”, ele me disse que Deus não nos deu a capacidade de medir as pessoas porque somente "Ele" possui juízo isento para isso e essa é uma grande verdade.
Todo julgamento humano está manchado pelas incoerências humanas. Isso não nos desculpa ou libera para julgar e após dizer, sou humano, errei, mas ensina que nunca, seja na igreja, no trabalho, na rua, no meio social, seja lá onde for, nenhum de nós tem o direito de apontar os erros do outro porque somos todos errados, porque todos nós, absolutamente todos, erramos o tempo todo. Podemos procurar modificar isso, mas erramos sim e apontar um ser humano, mesmo que seja através de indiretas, é no mínimo desumano e todo ato desumano precisa ser revisto, repensado e modificado.
É preciso que o ser humano, “este bicho super complicado”, perceba que ao estender a mão e apontar um dedo para o outro, quatro dedos estão apontados em sua própria direção.
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